terça-feira, 16 de maio de 2017

Cartão BNDES passa a financiar serviços de editoração de livros

Cartão já financiava impressão e compra de papel e passa a apoiar itens como revisão, tradução, projeto gráfico, diagramação e conversão para digital. Apoio ao formato digital pode trazer de volta ao mercado obras esgotadas. Novos negócios, bibliotecas digitais e serviços de streaming são esperados

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou a inclusão de serviços de editoração de livros nos formatos impresso e digital, destinados à publicação, como itens passíveis de financiamento por meio do Cartão BNDES.

Com a inclusão, o Banco amplia o apoio do Cartão BNDES ao setor editorial. Atualmente já são financiadas a impressão de livros e a aquisição de papel destinado à produção de livros. Dessa forma, o BNDES complementa a lista dos itens financiáveis, que representam custos relevantes na cadeia produtiva do livro.

Entre os novos itens financiáveis estão revisão e preparação de texto, incluindo tradução; projeto gráfico e arte, incluindo capas e ilustrações; diagramação e paginação, incluindo etapas de pré-impressão; conversão de conteúdo para formato digital; e serviços de catalogação.

Além de fortalecer o setor editorial, o apoio do Cartão BNDES pode oferecer a oportunidade de trazer para o mercado, em formato digital, um conjunto de obras que, atualmente, encontram-se esgotadas em formato impresso.

Além disso, permitirá o fomento de novos negócios, tais como bibliotecas digitais e serviços de streaming (arquivos de áudio e vídeo disponibilizados na internet), agregando mais valor à cadeia do livro.

Com base na pesquisa de produção e vendas do setor editorial brasileiro, realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas da USP (FIPE/USP), o BNDES estima um potencial de contratação dos serviços a serem apoiados pelo Cartão BNDES de cerca de R$ 52 milhões ao ano.

Condições

As empresas que desejarem se credenciar como fornecedores desses serviços no portal de operações do Cartão BNDES deverão atender a alguns critérios, tais como: ter dois anos de constituição comprovada (CNPJ); possuir site próprio; e comprovar serviços prestados a pelo menos três empresas.


Os fornecedores devem ainda ser cadastrados na Receita Federal em CNAEs que os credencie a prestar serviços de edição de livros; edição integrada à impressão (de livros, jornais, revistas ou outras publicações); pré-impressão; tradução, interpretação, revisão e similares; e atividades de artistas plásticos, jornalistas independentes e escritores. Não estão passíveis de credenciamento agências de publicidade, comunicação e web design.

segunda-feira, 15 de maio de 2017

Estudo analisa novas formas de relacionamento entre consumidores e marcas

A experiência de consumo evoluiu ao longo das décadas e compreender o público é essencial para os anunciantes. Para oferecer uma visão mais holística para o mercado, a Kantar apresenta o K-Trends, que em sua primeira edição explora como os consumidores da nova geração se relacionam com as marcas.

De acordo com dados da Kantar IBOPE Media, hoje, 50% dos brasileiros têm acesso a pelo menos três telas. Em 2012, eram 15%. Nesse contexto de saturação de informação, consumir produtos ou mídia se transforma em algo muito maior do que um investimento financeiro ou de atenção. Trata-se de uma transação complexa, que engloba valores e crenças de uma nova geração que se envolve de forma muito mais íntima com campanhas e marcas.

Outra pesquisa da Kantar Futures apontou que 74% dos entrevistados se sentem livres para moldar a suas identidades e se transformar no que quiserem, o que indica um interesse pela quebra de padrões, que vão desde o enfrentamento de tabus até uma busca mais intensa por bem-estar e qualidade de vida.

Para impactar esse público é importante apostar em diferenciação e inovação, que são fatores chave de sucesso. Para isso, as marcas têm que estar com os ouvidos bem abertos para escutar o que o consumidor tem a dizer e se adaptar de acordo com as necessidades expressadas por ele.“Nas campanhas publicitárias isso pode significar buscar uma conexão com causas e propósitos. Nas lojas, sejam elas físicas ou online, é preciso simplificar o processo de compra, o que pode ser obtido com um sortimento adequado e destaque para itens que facilitem o dia a dia”, analisa Christine Pereira, Kantar Brazil Commercial Leader.

As projeções da Kantar Worldpanel, em parceria com o IBOPE DTM, mostram que o consumo de produtos em 2017 deverá ter uma pequena recuperação, crescendo 1,7% em relação a 2016. A mesma tendência foi notada no levantamento de percepção dos brasileiros sobre o país, realizado pela Kantar TNS: os índices de otimismo dos brasileiros sofreram uma forte queda nos últimos dois anos e agora retornam timidamente aos patamares de 2014.

As principais oportunidades estão entre o público mais maduro, acima dos 50 anos, e em lares menores, com até dois moradores. Os produtos das categorias “premium acessível”, que se diferenciam levemente dos produtos mais básicos – como é o caso do sabonete em barra com benefício ou do azeite em comparação com o óleo – também oferecem grandes chances de crescimento. O benefício econômico do atacarejo manterá sua importância, com projeção de crescimento a duplo dígito para este ano.


Para mais informações do K-Trends, acesse o site Kantar Brasil Insights em br.kantar.com

Setor gráfico paranaense apoia ações de combate à corrupção


Ciente de sua importância no cenário nacional, o setor gráfico paranaense vem se envolvendo com ações voltadas ao combate à corrupção.  Um exemplo é a aproximação do Sigep/Abigraf-PR (Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado do Paraná e Associação Brasileira da Indústria Gráfica – Regional Abigraf-PR) com o Observatório Social do Brasil, associação voltada a ajudar a melhorar a eficiência da gestão pública.

Depois de ter aberto espaço em sua sede para a apresentação do Observatório Social a membros do setor gráfico, o Sigep/Abigraf-PR apoiou institucionalmente o 1º Congresso do Pacto pelo Brasil – Calamidades X Eficiência da Gestão Pública, realizado de 8 a 11 de maio, no Campus da Indústria da Fiep, em Curitiba. Organizado pelo Observatório Social do Brasil, o evento teve objetivo de mostrar que as calamidades na gestão pública podem ser superadas com uso de instrumentos de controle, ferramentas de gestão profissional, transparência e participação do cidadão.

O evento, com quase mil participantes, foi recheado de palestrantes de peso, como o juiz federal Sergio Moro; o procurador da República, Deltan Dallagnol; Bruno Brandão, da Transparência Internacional; Reynaldo Goto, do Pacto Global ONU, entre outros. Foram cerca de 20 palestras, abordando calamidades e exemplos de boas gestões em prefeituras, câmaras de vereadores e  órgãos de controle. Também foram abordados os fatores que favorecem a corrupção nestes segmentos e o impacto na qualidade dos serviços oferecidos ao cidadão.

O presidente do Sigep, Abilio Santana, disse que o sindicato está apoiando as ações do Observatório Social do Brasil porque se trata de uma voz de todos os brasileiros. “Estamos em um momento de passar o país a limpo. Está mais do que na hora de acabarmos com a corrupção, fortalecermos nossas entidades e trabalharmos para a melhoria contínua da economia. Isso vai se refletir em mais empregos, mais renda para as pessoas e mais avanços em todos o setores econômicos e sociais. Por isso, e até por sermos um sindicato ativo dentro da Fiep, fizemos questão de apoiar e de participar ativamente, com a presença de vários empresários do setor gráfico”.

Santana também apoiou o evento por meio de sua empresa, a Hellograf. Todo o material impresso, como folders, crachás, pastas, adesivos e blocos de anotação foi doado pela empresa para o evento. “É uma forma de fazermos a nossa parte para ajudar o Observatório Social, que funciona por meio de parcerias, a desenvolver o seu importante trabalho de combate a corrupção”.

Juiz federal Sergio Moro foi um dos palestrantes

O congresso também compartilhou as boas práticas para inspirar o fortalecimento dos sistemas de compliance no setor privado e mostrar que as empresas, inclusive as pequenas e as médias, também devem atuar na prevenção e no monitoramento dos riscos de corrupção dentro da própria organização.


O presidente do Observatório Social do Brasil, Ney Ribas, explicou que a falta de gestão de qualidade assola centenas de municípios. “Só nos dois primeiros meses deste ano, a cada dia, duas prefeituras decretaram estado de calamidade financeira porque falta planejamento, eficiência na gestão, transparência e controle”, afirmou.  “E se nós, através dos diversos mecanismos de controle disponibilizados pelo Observatório Social do Brasil, pudermos contribuir para a eficiência da gestão pública e a correta aplicação dos recursos, vamos mudar a história do Brasil, mais rápido do que imaginamos. Por isso, o momento é de união”. 

quarta-feira, 3 de maio de 2017

International Paper divulga resultados do primeiro trimestre de 2017

A International Paper mostra seu resultado líquido do primeiro trimestre de 2017, que fechou em US$ 209 milhões (US$ 0,50 por ação), em comparação com os resultados líquidos de US$ 218 milhões (US$ 0,53 por ação) do último trimestre de 2016 e de US$ 334 milhões (US$ 0,81 por ação) do primeiro trimestre de 2016. Os resultados líquidos de todos os períodos levam em conta o impacto de fatores especiais, se houver, despesas com pensão não operacionais e operações descontinuadas.

De acordo com a International Paper, os resultados operacionais ajustados do primeiro trimestre de 2017 ficaram em US$ 249 milhões (US$ 0,60 por ação), comparados a US$ 303 milhões (US$ 0,73 por ação) no último trimestre de 2016 e US$ 330 milhões (US$ 0,80 por ação) no primeiro trimestre do mesmo ano.

As vendas líquidas trimestrais marcaram US$ 5,5 bilhões para o primeiro trimestre de 2017, comparados a US$ 5,4 bilhões no último período de 2016 e US$ 5,1 bilhões no primeiro trimestre do mesmo ano. O aumento da receita no comparativo anual ocorreu principalmente em virtude da aquisição de uma empresa de celulose no fim de 2016.

Os lucros operacionais do segmento de mercado no primeiro trimestre de 2017 marcaram US$ 428 milhões, comparados a US$ 464 milhões no quarto de 2016 e US$ 497 milhões no mesmo período de 2016.

O número registrado para o caixa proveniente de operações foi de US$ 633 milhões no primeiro trimestre de 2017 e US$ 620 milhões no mesmo período de 2016.  O fluxo de caixa livre (fora das especificações da GAAP) registrou US$ 259 milhões no primeiro trimestre de 2017 e US$ 311 milhões no mesmo período de 2016.  

“A International Paper apresentou um sólido primeiro trimestre tendo em vista os diversos desafios, incluindo o incidente com o digestor na fábrica de Pensacola e os maiores custos de aquisição impulsionados por um aumento relevante nos preços de aparas”, afirmou Mark Sutton, presidente e CEO da International Paper.  

“Dados os fundamentos do mercado em relação à maioria dos mercados e as diversas iniciativas operacionais e comerciais da IP, esperamos que resultados melhores indiquem um segundo semestre particularmente sólido e melhores condições para iniciar 2018.  Continuo muito confiante na capacidade da IP de gerar crescimento significativo nos resultados ano a ano e fluxo de caixa sólido e contínuo em 2017”, completa o CEO.


Xerox reúne parceiros de canal em Nova Iorque para experimentar o “Futuro do Trabalho”

A Xerox reuniu no dia 25 de abril, em Nova Iorque, 200 parceiros atuais e convidados para discutir a evolução do local de trabalho. O fórum para parceiros “Future of Work” inicia a série global de eventos de informação e educação voltada para os diversos públicos da empresa, e que acontecerão ao longo de 2017.

No fórum, os parceiros foram apresentados às novas estratégias de vendas da empresa destinadas a aumentarem suas receitas, tiveram uma visão completa do novo portfólio de produtos da Xerox e puderam conhecer de perto as funcionalidades da tecnologia ConnectKey 2017, que transforma os dispositivos de impressão tradicionais em assistentes de escritório inteligentes, conectados e que refletem as necessidades de negócios atuais.

"A tecnologia continua a moldar e mudar nossa vida diariamente, dentro e fora do local de trabalho. Estamos nos adaptando a essas mudanças e trazendo nossas soluções de parceiros de canal que melhorarão a mobilidade, a segurança e a personalização para que eles possam aumentar suas receitas e entrar em novos mercados", disse Darren Cassidy, presidente da Unidade de Canais da Xerox nos Estados Unidos.

Durante a conferência de um dia que aconteceu no Skylight Modern de Manhattan, os parceiros exploraram as capacidades das 29 novas impressoras e dispositivos multifuncionais habilitados para o ConnectKey da Xerox. As novas linhas Xerox AltaLink e Xerox VersaLink possibilitam que os parceiros de canal maximizem as oportunidades de receita, vendendo um portfólio completo de tecnologias para o local de trabalho - incluindo impressoras multifuncionais de escritório, serviços de impressão gerenciada e soluções de automação de fluxo de trabalho.


Os parceiros brasileiros da Xerox também marcaram presença no fórum, com a participação das revendas Stoque, LSK e Gomaq. O diretor-executivo de Canais, Marcio Mattos, acompanhou os executivos das empresas durante o evento.

Ricoh Brasil premia revendas com viagem para Portugal

A Ricoh Brasil, subsidiária do grupo industrial japonês Ricoh Company, anunciou as revendedoras e distribuidoras vencedoras da sua Campanha Anual de Incentivo, durante a sua Convenção, realizada no último dia 13 de abril, no Hotel Sofitel de Copacabana, no Rio de Janeiro. Os vencedores foram premiados com uma viagem para Portugal, que acontecerá em junho.

O Kick Off & Convenção 2017 da Ricoh Brasil deste ano teve como tema "Revolução Digital - Inovação, Atitude e Consolidação”, trazendo as mais recentes novidades da companhia para o mercado global. "Os resultados do Canal Indireto refletem a posição de liderança no mercado brasileiro da Ricoh Brasil”, ressaltou a Gerente de Canais da Ricoh Brasil, Andrea Klevenhusen.


O grupo ficará hospedado em Lisboa, no hotel que leva a parceria e marca do jogador português Cristiano Ronaldo. A viagem promete ser um momento descontraído, com um roteiro exclusivo voltado às revendas ganhadoras. Os ganhadores deste ano foram: Adven, CDMAX, Cogra, Distrivisa, FM, Minascopy, Osiris, Qualycopy, Selbetti, Sinall, Solumax, Sonda/CTIS, Tecnoset e Tecprinters.

Alphaprint firma nova parceria voltada à impressão têxtil

Empresa firma parceria com a d.gen e passa a comercializar as impressoras Papyrus G5, Artrix, Arachne Hexa, Teleios Hexa e Teleios Grande/H6. A entrada da d.gen ao portfólio de soluções da Alphaprint amplia as opções dos clientes do setor têxtil, apresentando sistemas robustos de impressão e em escala industrial.

“Estamos muito orgulhosos da nova parceria, que traz novas possibilidades ao mercado têxtil brasileiro, principalmente, àqueles clientes que realmente comparam e analisam o retorno de investimento, pois eles poderão perceber o ganho em curto prazo”, afirma Cassio Rodrigues, gerente de Produtos da Linha Têxtil da Alphaprint, destacando ainda o baixo consumo de energia e água dos equipamentos d-gen.


“Além da altíssima produtividade que eles possibilitam, com a Papyrus G5, por exemplo é possível imprimir até 138m²/hora”, acrescenta Rodrigues. Fundada em 1978, a ítalo-coreana sempre esteve envolvida na indústria gráfica. E a partir de 2000 passou a focar e se especializar na impressão têxtil, passando a apresentar a cada dia soluções mais desenvolvidas para esse mercado.