quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Capitaneado pela novidade, curso revigora relação de negócios


Com patrocínio da Canon e da Isidora, plataforma web to print, o curso “Trilogia de Vendas”, promovido pela ANconsulting, capacita e amplia a visão de vendedores, gerentes e diretores que buscam novas ações em um mercado em transformação     

Por Fábio Sabbag

Conduzido por Hamilton Terni Costa, diretor da ANconsulting, o workshop “Trilogia de Vendas” alcançou 85 profissionais para uma lotação máxima de 90 pessoas, pois cada módulo estava restrito a 30 participantes. De um lado, o participante recebeu instruções para entender melhor o processo de vendas do digital. Por outro prisma, conheceu e vivenciou o ciclo de vendas consultivas e de soluções. “É um curso voltado a todos os profissionais, especialmente os módulos dois e três, onde esmiuçamos o ciclo de venda de solução e introduzimos uma nova sistemática através do que chamamos de venda desafiadora. Hoje em dia, para se diferenciar no cliente, é preciso ensinar a ele o que podemos fazer e o que ele desconhece. Os exemplos são personalizações, tiragens reduzidas, customizações, desenvolvimento de projetos, gestão de conteúdos, entre outros. Tudo de uma forma coerente e sistemática”, diz Costa.

Hamilton Terni Costa, diretor da ANconsulting e na ocasião condutor do curso Trilogia de Vendas: “Já estamos organizando um evento chamado Cross Media 2013, que será realizado em novembro, voltado às aplicações em múltiplos meios a partir da impressão. Muito válido para as áreas de marketing dos clientes.”

Eduardo Buck, gerente de vendas de grandes contas da Canon, diz que a missão foi alcançada, pois os participantes obtiveram informações importantes para construção de um novo cenário de trabalho. “Contamos com essa modalidade de apoio em nosso plano de marketing para que nossos clientes ou futuros parceiros tenham produtos de valor agregado junto aos usuários finais da impressão digital. Nossa meta é incentivar a repensar o negócio gráfico. A Canon tem apoiado ações que incentivem a criatividade e despertem o interesse por inovar junto à cadeia de impressão sob demanda. Precisamos ir além, buscar soluções que integrem a cadeia de valor”, explica Buck.  
De acordo com o gerente de vendas de grandes contas da Canon, o momento da impressão digital exige a saída da comoditização do papel impresso. “Precisamos gerar produtos diferenciados e temos plena convicção que esses seminários e treinamentos estão alinhados com a possibilidade de impressão digital”, acrescenta.
Para Raphael Franco, gerente de impressão digital da Stilgraf, o curso contribuiu para entender a mudança do mercado e como suprir as necessidades do cliente. “Vender mais soluções do que commodities. Assim, começamos a traçar um perfil da empresa baseado num planejamento de cinco anos. Estamos nos preparando para o mercado que vem no futuro”, completa Franco.
Outro participante do evento, Álvaro Andrade de Sousa, representante comercial da Ogra, ressalta que como a empresa está há um ano e meio com a área de impressão digital em funcionamento, o curso ampliou a visão de mercado ao explicar as formas de apresentação perante aos clientes. “Assimilamos também as ações estratégicas para o bom atendimento e como oferecer serviços de acordo com a demanda”, fala de Sousa.
Já na opinião de André Liberato, consultor, o evento lhe deu uma visão mais atual da forma de se fazer negócios. “Ficou bem mais claro que, acima de tudo, negociamos com pessoas, mesmo que elas representem grandes corporações ou mesmo empresas de pequeno porte. O curso trouxe como novidade a maneira de identificar as possibilidades de novos negócios para alcançar melhores resultados. A expressão ‘pensar fora da caixinha’, agora faz muito mais sentido”, fala.

Eduardo Buck, gerente de vendas de grandes contas da Canon: “A Canon tem apoiado ações que incentivem a criatividade e despertem o interesse por inovar junto à cadeia de impressão sob demanda. Precisamos ir além, buscar soluções que integrem a cadeia de valor.”

Construção de valor é parceria    

De forma resumida, os três módulos mostraram como a escolha criteriosa do cliente fornece a possibilidade de compartilhamento e construção de valor. “A busca da diferenciação por meio dos benefícios oferecidos aos clientes fundamentados em produtos, serviços e soluções. Já estamos organizando um evento chamado Cross Media 2013, que será realizado em novembro, voltado às aplicações em múltiplos meios a partir da impressão. Muito válido para as áreas de marketing dos clientes”, avisa Costa.
Liberato enxerga que as mudanças estão acontecendo em dois campos diferentes. Primeiro, o avanço tecnológico, de maneira eficaz e produtiva, facilita e otimiza cada vez mais o resultado desejado, inclusive com controles maiores de repetibilidade e qualidade. “Em segundo lugar, vejo o gráfico, o dono do negócio, cada vez mais temeroso com essas inovações e de como praticar o investimento com intervalos cada vez menores. Os produtos não devem ser caros, mas sim valorizados pelo seu processo produtivo. É neste ponto que está o diferencial; o preço não deve ser o fator principal da negociação”, avalia o consultor.
    


Projeto de aperfeiçoamento do Simples Nacional é apresentado


Evento realizado no final do mês de setembro, na capital paulista, pelo Sebrae-SP, em parceria com a Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa, reuniu lideranças em torno da discussão de melhorias na legislação das micro e pequenas empresas

Diante de um público de cerca de 700 pessoas no Teatro Frei Caneca, em São Paulo, autoridades e lideranças públicas discutiram a revisão do Simples Nacional, sistema que unifica e simplifica a tributação das micro e pequenas empresas (MPEs).
No evento, que contou com a presença do diretor-superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano, o ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, apresentou o Projeto de Lei Complementar 237/13 com medidas que aperfeiçoam a legislação voltada às MPEs.

Entre as propostas citadas estão:

•              o fim da substituição tributária para as MPEs, que anula os benefícios do Simples por obrigar o pequeno negócio a pagar imposto com base em alíquotas superiores às do regime simplificado;

•              a ampliação das categorias que podem ser incluídas no Simples, tendo como único critério para definir a entrada o faturamento, e não o ramo de atividade – isso abriria a possibilidade a corretores de seguros, jornalistas, advogados, entre outros, de se beneficiarem do regime;

•              facilitar abertura e fechamento de empresas, integrando sistemas por meio da Redesim, um cadastro digital unificado, ainda não efetivamente implementado;

•              exigir das MPEs, para participação em licitações, somente a situação regularizada com a Previdência Social, e não outras garantias, como ocorre atualmente;

•              incluir as MPEs na Lei do Aprendiz como estímulo e não obrigação; hoje a MPE não pode contratar o menor aprendiz, já a grande é obrigada a ter vagas reservadas para esse público;

•              Facilitar o acesso ao crédito pelas MPEs, com linhas para os bens de produção com as mesmas facilidades que há hoje para o financiamento de bens de consumo.

Avanço por meio do coletivo


O projeto tramita na Comissão Especial da Câmara dos Deputados, mas na opinião do ministro o texto só avançará com empenho coletivo. “Temos que ter a mobilização e a pressão da sociedade por essa causa, que é das mais justas. Já foram dados passos importantes, porém podemos fazer mais”, afirma Afif Domingos.
 “As micro e pequenas empresas precisam do apoio do Poder Público. É a discussão que interessa ao Brasil; quando a micro e pequena empresa vai bem, o Brasil vai bem; mas estamos mal justamente na relação dos pequenos negócios com o Poder Público”, disse Caetano, acrescentando que os estudos mostram que o Brasil é o último em ranking de 49 países no que se refere a facilidade para abrir e fechar empresa, carga tributária e burocracia.
De acordo com Afif Domingos, a ideia é propor ações transformadoras ao Poder Executivo e dessa forma permitir o aumento da renda e do emprego nas MPEs. “Temos 7 milhões de unidades de negócios no País. Se em cada uma conseguirmos criar um emprego, serão 7 milhões de novas vagas”, explica.
Afif Domingos considera primordial fazer valer a Constituição Federal, pois o Artigo 179 determina que os pequenos negócios devem ter tratamento diferenciado. E esse deve ser o argumento usado para justificar as mudanças na legislação contra a alegação dos Estados de que perderão arrecadação.
O deputado federal Cláudio Puty, relator da matéria, também esteve presente no evento e defendeu, entre outros pontos, mudanças nas da cobrança de impostos. “O projeto acaba com o ICMS recolhido antecipadamente porque isso faz com que a empresa, mesmo no Simples, deixe de pagar uma alíquota de 3,5% para arcar com uma de 17%”, disse ele sobre o efeito nocivo da substituição tributária incidente nas MPEs. Puty informou que deve apresentar o texto agora em outubro para que o projeto seja votado em novembro.
O deputado Guilherme Campos, que atua na Comissão Especial em São Paulo, destacou o ponto do projeto que estabelece uma transição gradual e não abrupta, como ocorre atualmente, da saída da empresa do Simples quando ela extrapolar o teto do regime. “Defendo que apenas a parcela que extrapole o limite seja tributada pelo lucro presumido. Quem empreende merece tratamento diferenciado”, disse.
“Confio no Legislativo, na Frente Parlamentar, e estou certo que a sinergia do ministro Afif Domingos com o Sebrae vai dar bons frutos”, afirmou o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barretto, que também compôs a mesa no encontro.
Estiveram na mesa de discussão ainda o deputado federal Armando Vergílio, que preside a Comissão Especial, o deputado federal Mendes Thame e o presidente da Associação Comercial de São Paulo, Rogério Amato.

O projeto já foi tema de oito audiências públicas em capitais brasileiras. Depois de São Paulo, a discussão segue para outros Estados.

Demanda embalada


Fabricantes projetam impressoras para diferentes formatos de folha e espessuras. A habilidade em lidar com variados substratos também é diferencial de mercado   

Por Fábio Sabbag

Recentemente, a Associação Brasileira de Embalagem (Abre) trouxe o desempenho econômico da indústria de embalagem. Apresentado por Salomão Quadros, coordenador de análises econômicas do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, o estudo mostrou que a produção física cresceu 2,66%, no primeiro semestre de 2013, ficando muito próxima da previsão realizada no início do ano, que era de crescimento de 2,5%.
No entanto, esse desempenho não foi uniforme ao longo dos seis primeiros meses do ano. No primeiro trimestre, o setor se expandiu a uma taxa de 4,8%, em relação ao mesmo período de 2012, porém nos três meses seguintes, o crescimento não foi além de 0,6%. Quadros explicou que esta desaceleração não significa que o setor deixará de crescer e sim que deve crescer em ritmo mais lento do que o apresentado no primeiro semestre, como mostra a trajetória dos bens de consumo semi e não duráveis, principais usuários de produtos de embalagem. Essa categoria passou de uma queda de 3,6%, no primeiro trimestre, para uma elevação de 2,5%, no segundo.
Esse fator contribui para que a expectativa para o segundo semestre seja de moderação no ritmo de crescimento da indústria de embalagem. O valor bruto da produção física de embalagem atingiu R$ 47,2 bilhões em 2012. A participação por setor neste faturamento é de 39,05% dos materiais plásticos, seguido pelo setor de celulósicos com 36,51%, somados os setores de papelão ondulado com 20,21%, cartolina e papel cartão com 10,31%, papel com 5,99%, e metálicos com 16,70%.
É perceptível o movimento de transformação que toma conta da vida da indústria gráfica. Tudo está em profunda transformação, dos números à demanda. Na opinião de Rui Raposo, gerente de produto HP Indigo & HP Inkjet da Alphaprint, seguramente a forma como a informação é partilhada hoje, por meio de inúmeros canais novos até então desconhecidos, será uma das principais causas que está condicionando e alterando a forma de consumo. “Sim, é verdade que para os segmentos promocional e editorial ele é bem mais visível no presente momento, mas também é verdade que muitos desses nossos clientes já estão se transformando. Cabe aos empresários, em conjunto com os seus fornecedores, aproveitarem essas mudanças para repensar o negócio e captar novos produtos e aplicações. Acredito que de uma forma muito particular, até diferente dos outros segmentos, esse fato também irá atingir o segmento de embalagens. Como mencionado muitas vezes pela minha avó e que hoje me parece cada vez mais atual, candeeiro que vai à frente ilumina duas vezes”, conta Raposo.

3D

O advento mais recente que diz respeito à impressão de embalagens foi a chegada da Cube, que é considerada a primeira impressora 3D voltada para o grande público vendida em uma loja de varejo no Brasil. Relativamente compacta, a Cube é feita em plástico, sendo operada por meio de uma pequena tela LCD sensível a toque.
Algo que parecia bem distante se torna presente e real. Agora é válido discutir se para a impressão profissional de embalagens este advento é benéfico. Raposo acredita que sim: “Em uma primeira fase será muito benéfico até porque a entrada de outras tecnologias seguramente cria novos produtos. E na sequência vai gerar a criação de novos tipos de embalagens. Veremos, em um futuro próximo, se esses produtos atingirão uma produção massiva ou customizada para que possam ser atendidos pelas embalagens especificas.”
Na opinião de Adair Zanatto Jr, gerente comercial da manroland, a impressora 3D é um equipamento capaz de produzir utensílios domésticos, objetos diversos e inclusive imprimir armas de fogo ou produzir praticamente todas as peças necessárias para fabricar uma cópia da própria impressora. “Com certeza pode ser usada para produzir algumas embalagens, porém não em larga escala até agora. O custo de produção comparado com o sistema offset plano é muito superior”, observa.
Thomas Escarião, gerente do segmento de embalagens e rótulos da HP do Brasil, diz que as impressoras 3D permitem aos profissionais e designers a produção de mock ups a preços competitivos e tempo adequado.


 Argemiro Quio Júnior, gerente de soluções planas da Heidelberg do Brasil:

“O gráfico pode montar a configuração ideal para o seu nicho de mercado, contando com máquinas de alto desempenho, com possibilidade de verniz em linha, impressão com tintas e vernizes UV, aplicação de película de lâmina fria (cold foil) e muitas outras aplicações de enobrecimento da embalagem.”Adicionar legenda
                            

Opções para a impressão

Argemiro Quio Júnior, gerente de soluções planas da Heidelberg do Brasil, diz que como provedor de soluções personalizadas, a companhia possui diferentes modelos para atender às necessidades específicas de cada mercado ou segmento. “Na impressão de embalagens, destacamos as impressoras offset modelos Speedmaster XL 75, CD 102, CX 102, XL 106, XL 145 e XL 162, que atendem diferentes necessidades de formato de folha e espessura, essenciais para o mercado de embalagens. Estas impressoras são indicadas para impressão de embalagens, por mostrar uma tecnologia de ponta e diferenciais de configuração. O gráfico pode montar a configuração ideal para o seu nicho de mercado, contando com máquinas de alto desempenho, com possibilidade de verniz em linha, impressão com tintas e vernizes UV, aplicação de película de lâmina fria (cold foil) e muitas outras aplicações de enobrecimento da embalagem”, completa.
A KBA compete com três equipamentos da família KBA Rapida: 105; 106 e 145. Todos os modelos são classificados pela flexibilidade de utilização da matéria-prima, onde podem trabalhar até 1,2mm (e opcional 1,6mm), exigindo menos da impressora e de suas partes mecânicas. “Vimos uma tendência de ampliação de formato que, em cada categoria de máquina, milímetros adicionais de impressão de papel fazem a diferença em colocar ou não uma sequência de embalagem na disposição dos cartuchos na folha, além de inúmeras possibilidades de configurações e desempenho”, diz Lincoln Lopes, gerente de vendas da KBA.
Por sua vez, a manroland indica a Roland 700HiPrint e a Roland 700 DirectDrive. “Na versão Roland 700 HiPrint, é possível configurá-la com reversão, secagem UV com baixo consumo de energia, pré-envernizamento, dupla torre de verniz na saída, sistema de laminação a frio (InlineFoiler), inspeção do impresso em linha, controle totalmente automático de cores. Já a versão Roland 700 DirectDrive oferece os mesmos opcionais, além da  troca de chapas simultânea à lavagem de rolaria, blanqueta e contra pressão. Na prática isso significa que nossos clientes têm um tempo de acerto inigualável”, garante Zanatto Jr.
A HP apresentou na Drupa e, recentemente, em Israel, dois equipamentos para impressão digital denominados de série 20000 e 30000. “São indicados para produção de cartuchos e embalagens flexíveis. A velocidade é compatível com a necessidade de mercado e já é possível integrar a impressão às linhas anteriores e posteriores, como laminação e acabamento com corte e vinco”, explica Escarião.

Peter Walczak, diretor de produtos para o mercado de embalagens da Goss International:
“Conversando com os proprietários de marcas e conversores é claro que há uma mudança geral neste mercado devido à redução das tiragens e entrega just in time, aumentando SKUs e campanhas de marketing direcionadas e focadas. Há na agenda do momento a sustentabilidade, onde um elemento importante é a eliminação de resíduos.”
Peter Walczak, diretor de produtos para o mercado de embalagens da Goss International, conta que a companhia apresentou, também na última Drupa, a linha de produtos Goss Sunday Vpak. “As impressoras Vpak têm trabalhado com uma ampla gama de substratos que vão desde 9 micron PET até a 400 g/m². Conversando com os proprietários de marcas e conversores é claro que há uma mudança geral neste mercado devido à redução das tiragens e entrega just in time, aumentando SKUs e campanhas de marketing direcionadas e focadas. Há na agenda do momento a sustentabilidade, onde um elemento importante é a eliminação de resíduos. O offset tem uma vantagem distinta sobre os processos mais tradicionais de rotogravura e flexo graças ao baixo custo da chapa de alumínio, que é uma fração dos custos associados à flexo e rotogravura. Isso permite que os conversores produzam economicamente em tiragens mais curtas e ofereçam a seus clientes redução e menores prazos de entrega”, explica.

Thomas Escarião, gerente do segmento de embalagens e rótulos da HP do Brasil:
“Quando falamos em impressão digital, falamos também em fazer impressão combinada, ou seja, podemos fazer impressão, re-inserção, em qualquer base pré-impressa em qualquer tipo de equipamento convencional.”


Conceito híbrido

Lopes frisa que a KBA acredita no conceito e por isso destina 5% do seu faturamento para pesquisa e desenvolvimento: “A KBA é a fabricante que mais investe e registra patente. Só para se ter uma ideia, no ano de 2012 a empresa foi classificada na 11ª posição no registro de marcas e patentes, ficando atrás de grandes companhias de outros setores. E o conceito híbrido nas impressoras se beneficia em suas configurações.”
O gerente de vendas da KBA aborda ainda as três opções de formatos e suas possibilidades em configurações em diversos tipos de acessórios, como processos simultâneos de lavagens de blanqueta e rolaria, trocas de chapas simultâneas, sistemas de controle de registro e cor in-line utilizando espaço de 13mm no cartão, incluindo margem de pinças, etc.
Quio Júnior diz que na área de embalagem o conceito híbrido é entendido como a capacidade do equipamento em imprimir com diferentes tipos de insumos para agregar valor ao produto final e, consequentemente, possibilitar a diferenciação. “Os exemplos são impressão com tintas convencionais e vernizes especiais, impressão em cartão metalizado, utilização de tintas UV, aplicação de coldfoil etc.”, detalha.
Escarião avisa que no caso das impressoras digitais da HP a integração é permitida. “Quando falamos em impressão digital, falamos também em fazer impressão combinada, ou seja, podemos fazer impressão, re-inserção, em qualquer base pré-impressa em qualquer tipo de equipamento convencional”, define o gerente do segmento de embalagens e rótulos da HP do Brasil.
A manroland oferece a Roland 700 com cabeçotes de impressão a jato de tinta. “Em uma única passagem da folha é possível imprimir o pré-impresso e os dados variáveis. Essa tecnologia se aplica aos mercados promocionais e de embalagem, principalmente”, diz Zanatto Jr.

Rui Raposo, gerente de produto HP Indigo & HP Inkjet da Alphaprint:
“Cabe aos empresários, em conjunto com os seus fornecedores, aproveitarem essas mudanças para repensar o negócio e captar novos produtos e aplicações.”

Raposo acredita que a sinergia é cada vez maior importante no que se refere à convivência das tecnologias. “A complementaridade é importante para que os provedores de embalagens possam fornecer o produto certo a cada cliente. Consideramos ainda as novas tecnologias de impressão e, consequentemente, o acabamento, que permitem o desenvolvimento de produtos diferenciados num menor espaço tempo. A HP Indigo apresentou ao mercado a plataforma de impressoras offset digitais no formato B2, que se divide nos produtos HP Indigo 10000, 20000 e 30000”, explica o gerente produto HP Indigo & HP Inkjet da Alphaprint.
Walczak diz que a tecnologia Sunday Vpak complementa os processos de impressão de flexografia e rotogravura. “É voltada para empresas que procuram uma tecnologia alternativa para satisfazer as demandas dos clientes por tiragens mais curtas, tempos de preparação reduzidos e que não são possíveis com outros processos. As impressoras Sunday Vpak são flexíveis e permitem aos usuários uma ampla gama de opções para a integração de flexografia, rotogravura e estações digitais ao longo da impressão offset, formando uma linha de produção híbrida. Portanto, as empresas podem se beneficiar das vantagens inerentes que estes processos possuem, especialmente para revestimentos, vernizes e outros acabamentos especiais”, explica.

Lincoln Lopes, gerente de vendas da KBA:
“Vimos uma tendência de ampliação de formato que, em cada categoria de máquina, milímetros adicionais de impressão de papel fazem a diferença em colocar ou não uma sequência de embalagem na disposição dos cartuchos na folha, além de inúmeras possibilidades de configurações e desempenho.”


Lançamentos

A KBA mostra novidades nos formatos 105 e 106. De acordo com Lopes, é a única fabricante que desenvolve os próprios secadores. “Isso nos dá um diferencial e melhor sinergia. No conceito UV, oferecemos três tecnologias de secagens em um cassete UV. As tecnologias UV convencional e HRUV já estão disponíveis e para um futuro próximo haverá LED-UV em qualquer formato. Como há algumas limitações de fornecimento de matéria-prima, o cliente que investe em máquinas híbridas convencional/UV poderá ter como ferramenta os benefícios de cada secagem”, avalia o gerente de vendas da KBA.
Ainda na seara da KBA, Lopes destaca o conceito de aplicação de películas metálicas em linha: “Nosso dispositivo permite aplicar o famoso cold stamping e casting cure em uma ou mais impressora. Sintetizando, este dispositivo será instalado sobre trilhos ao lado da impressora, e seu movimento paralelo permite que ele seja acoplado nas unidades de impressão, aplicando o cold stamping sobre a impressão da película metalizada ou na saída, sobre a unidade de verniz, aplicando o conceito casting- cure. Adicionalmente, se o cliente possuir uma impressora ao lado desta máquina, com extensores, é possível ser acoplado em uma segunda máquina.”
Na Drupa 2012 a Heidelberg apresentou a máquina Speedmaster XL 75 Anicolor. Informa a fabricante que a tecnologia Anicolor não necessita de zonas de tinta e rolaria de tinta tradicional. “A aplicação da tinta é feita por meio de um cilindro de anilox, possibilitando novos padrões de impressão e tempos de acerto extremamente curtos. O cliente tem a vantagem de reduzir a maculatura em até 90% e em contrapartida aumentar a produtividade do equipamento em até 50% se comparado com impressão offset tradicional”, garante Quio Júnior.
Na visão de Escarião, os grandes saltos são a melhoria da qualidade de impressão, a integração com etapas anteriores e com a linha de acabamento, “além da ampliação de gramaturas e novos substratos, como plásticos mais finos e papéis mais grossos”, avisa.
A manroland apresenta os sistemas de impressão híbridos, secagem UV com baixo consumo de energia, e hexacromia, que é a impressão com sete cores, eliminando a lavagem de máquina. “Oferecemos ao mercado equipamentos modernos e preparados para atingir as demandas e desafios do mercado gráfico de hoje e do futuro. Desenvolvemos tecnologias que buscam aumentar ao máximo a produtividade de nossos clientes, agregando valor ao impresso”, atribui Zanatto Jr.

Adair Zanatto Jr, gerente comercial da manroland:
“O mercado digital para embalagens ainda é um pouco restrito, hoje é possível produzir tiragens pequenas ou personalização através de um cabeçote de jato de tinta com secagem ultravioleta.”


Papo Rápido

GRAPHPRINT: As gráficas que miram o segmento de embalagem têm de investir em equipamentos digitais?

Alphaprint
“Como em outros segmentos, no nosso ponto de vista, no mercado de embalagens também será inevitável investimento em tecnologia digital, que complementará as tecnologias convencionais já estabelecidas e consagradas. Cumpre-nos constatar que esse fato já é realidade para o segmento de rótulos autoadesivos, no qual a HP Indigo possui uma participação significativa, com muitas instalações da família HP Indigo ws4600 e HP Indigo ws6600”, fala Raposo.

Goss
“Provavelmente não, mas tudo depende do que precisam. Digital em embalagem pode ser usado para a criação de protótipos a ‘micro-runs’. Para entender porque a impressão rotativa offset da Goss Sunday Vpak pode ser uma solução é interessante discutir uma das principais confusões no mercado: o termo pequenas tiragens. Ele tem significados diferentes para cada segmento de impressão. Porém seu significado foi distorcido desproporcionalmente por meio da associação generalizada à impressão digital. É bem mais interessante pensar em tiragens digitais como ‘micro-runs’. Atualmente, a porcentagem total de embalagens flexíveis impressas digitalmente é muito pequena. Mesmo com a revisão de crescimento de dois dígitos para embalagens flexíveis impressas digitalmente, isso não será suficiente para alterar o equilíbrio. Perder ‘micro-runs’ para o digital não é o que está exercendo pressão sobre as empresas com impressoras flexográficas e rotogravura. São as tiragens que são muito longas para digital, mas muito curtas para se obter alguma rentabilidade. Isso está causando o problema real. A impressão rotativa offset é, de longe, muito mais capaz do que a flexo para solucionar esse dilema”, opina o diretor de produtos para o mercado de embalagens da Goss International.

Heidelberg
“As gráficas do segmento de embalagem necessitam estudar seu portfólio de produtos e avaliar se têm de investir em equipamentos digitais. Com uma demanda por tiragens cada vez menores e itens personalizados, os equipamentos digitais podem complementar a lacuna e possibilitar um retorno financeiro interessante para determinados trabalhos. O grande volume do mercado de embalagens ainda é feito por outras tecnologias, mas os equipamentos digitais já estão ocupando seu espaço nesse segmento”, fala Quio Júnior.

HP
“Devem monitorar o seu mercado e acompanhar de perto o desenvolvimento da tecnologia para definir o momento correto de adquiri- la. Devemos salientar também que o mercado está cada vez mais reduzindo o volume de impressão e aumentando o número de SKUs, o que viabiliza grande crescimento de migração de trabalhos, médios e pequenos, para impressão digital”, aponta Escarião.

KBA
“Até hoje ninguém ofereceu uma solução completa com equipamentos digitais para imprimir embalagem. Sempre falta algum item importante para o cliente. Há limitações, como formato, cor pantone pura. Qualidade de impressão aceitável com custo operacional honesto não se tem visto. Entendemos que uma empresa de embalagem, quando inicia um estudo de investimento para esta tecnologia, pensa principalmente nas curtíssimas tiragens, promoções de vendas e marketing. Como solução para este estudo, voltamos ao desenvolvimento da máquina, incluindo acessórios para estas curtíssimas tiragens”, exemplifica Lopes.

manroland

“O mercado digital para embalagens ainda é um pouco restrito, hoje é possível produzir tiragens pequenas ou personalização através de um cabeçote de jato de tinta com secagem ultravioleta. Dessa forma, nossos clientes podem investir em um equipamento de impressão offset com um cabeçote de jato de tinta onde é possível fazer personalização da embalagem com texto ou código de barras”, diz Zanatto Jr.

Em Campinas (SP) será realizado Workshop de acabamentos gráficos e pré-impressão

O Prof. Claudio Silva, que dá aulas sobre Produção Gráfica e Pré-Impressão na Pancrom, realizará um Workshop de Acabamentos Gráficos e Pré-Impressão na PUC de Campinas.

Destinado a estudantes e profissionais de propaganda, marketing e design, o treinamento abordará temas como o fechamento de arquivos, provas de cores, projetos gráficos com acabamentos diferenciados, aproveitamento de papéis e muito mais.

Haverá também uma palestra da empresa Antalis sobre papéis especiais e sorteio de brindes.

Data: 09 de novembro de 2013 / Horário: das 10h00 às 18h00

Local: PUC-CAMPINAS (Rod. Dom Pedro I, Km 136 – Parque das Universidades, Campinas – SP, Campus I, prédio H1, sala 801)

Investimento: R$ 195,00 no boleto bancário (o valor pode ser dividido em 2x)

Inclusos: material didático: livro  “Produção Gráfica – Novas Tecnologias”, mostruários de papéis e certificado digital

Para saber sobre o Workshop acesse: http://cursoproducaografica.blogspot.com.br/


Para inscrever-se nesse Workshop envie um e-mail para professorclaudio@pancrom.com.br

CPTM distribui mais de 10 mil livros nas estações

A ação vai envolver 18 estações, que servirão como pontos de entrega e também de troca de livros. A ação vai envolver 18 estações, que servirão como pontos de entrega e também de troca de livros.

No Dia Nacional do Livro, comemorado na terça-feira 29 de outubro, a  Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM)) inicia a distribuição de 10 mil exemplares na 8ª edição do projeto Livro Livre. A ação vai envolver 18 estações, que servirão como pontos de entrega e também de troca de livros.

Nas estações Luz, Vila Aurora, Piqueri, Francisco Morato, Júlio Prestes, Domingos de Moraes, Itapevi, Vila Olímpia, Santo Amaro, Grajaú, Brás, São Miguel Paulista, Calmon Viana, Tamanduateí, Santo André, Ribeirão Pires, Guaianazes e Mogi das Cruzes o passageiro poderá entregar um livro e também retirar um exemplar.

Os livros são identificados com um selo da ação com a orientação de deixar o exemplar em um local público, preferencialmente nas estações da CPTM, para que ele encontre outro leitor e, dessa forma, se forme um ciclo, consolidando o compartilhamento da leitura. O “Livro Livre” quer promover o hábito de ler com prazer.


As doações podem ser feitas durante todo o ano nas estações da CPTM. As obras doadas são organizadas pela Biblioteca Mário Covas - CPTM, compondo um acervo variado com romances, contos, crônicas e poesias para diversos públicos: crianças, adolescentes e adultos.

Com foco sustentável, chapa :Azura, da Agfa, completa 500 instalações no Brasil

Agfa anuncia que já são mais de 500 empresas que utilizam :Azura em todo o mercado brasileiro; o símbolo dessa marca fora consolidado na Gráfica TMX, de São Gonçalo (RJ)

Com fabricação 100% nacional desde 2010, a :Azura é uma chapa térmica offset que, de acordo com a Agfa, proporciona economia em relação aos químicos, além de benefícios como facilidade operacional, repetibilidade, redução do consumo de água, energia elétrica e no tempo de manutenção e limpeza de equipamentos.

"Quero parabenizar os nossos mais de 500 clientes que estão contribuindo para uma indústria gráfica mais sustentável e um futuro melhor para as próximas gerações", fala Paulo Amaral, diretor comercial da Agfa no Brasil.  

A Agfa desenvolve, fabrica e comercializa sistemas digitais e analógicos direcionados principalmente para o mercado de pré-impressão e impressão, healthcare e filmes industriais. 
Dentro da companhia, essas divisões são denominadas Agfa Graphics, HealthCare e Specialty Industries. Com sede em Mortsel, Bélgica, a Agfa possui filiais em 40 países e distribuição em mais de 100 países em todo o mundo. No total, são 20 centros de fabricação e 14.000 colaboradores.

A Agfa Graphics oferece às gráficas de diferentes segmentos - comercial, jornais e embalagem - soluções em workflow, gerenciamento de projetos, computer-to-film, computer-to-plate e provas.

Produz chapas analógicas e digitais: térmicas, à luz visível e chemistry-free. Atende ainda o mercado de sinalização com sistemas de impressão jato de tinta em grandes formatos, além do mercado de impressão industrial de baixas tiragens.


Enxergando o potencial da impressão jato de tinta, a companhia está investe no desenvolvimento de tecnologias inovadoras para preencher as necessidades do mercado. 

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Projeto de lei de incentivo a revista em quadrinhos é aprovado

A Comissão de Cultura (CCULT) da Câmara dos Deputados aprovou neste mês o projeto de lei (PL) 6060/09, que estabelece incentivos fiscais para a produção, publicação e distribuição de revistas em quadrinhos nacionais. 

O projeto segue agora para a Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania (CCJC) para análise constitucional e jurídica, em caráter conclusivo.

Segundo o projeto, editoras que atingirem o percentual mínimo de 25% de quadrinhos nacionais publicados, considerando-se o conjunto das publicações do gênero produzidas a cada ano, receberão desconto de até 25% no Imposto de Renda sobre o total investido. 

Já se atingirem um mínimo de 35% de conteúdo nacional, o percentual sobe para até 50%.

Vale citar que o PL reconhece como HQs nacionais aquelas produzidas, escritas e desenhadas por artistas brasileiros ou estrangeiros radicados no Brasil, e editada por empresa sediada no país. Além do mais, tanto publicações impressas quanto digitais serão consideradas no cálculo percentual dos títulos lançados por ano, desde que registradas e com número de ISBN ou ISSN.

Caso sejam veículos de circulação diária, semanal ou mensal, deverão seguir a mesma relação percentual de tiras nacionais em comparação com as tiras estrangeiras. 

Por fim, o projeto prevê a implementação, pelo Poder Público, de medidas de apoio e incentivo à produção de histórias em quadrinhos, como um edital de incentivo e inclusão de obras no material didático-escolar.


Fonte: www.aner.org.br

Seminário discute sucesso de revistas femininas encartadas em jornais

As revistas femininas encartadas em jornais são um segmento editorial altamente rentável. 

Como produzir e obter resultados com essas publicações, é o tema de evento promovido pela Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) nos dias 21 e 22 de novembro de 2013, em Miami.

Participarão do seminário três renomados especialistas, Norberto Angeletti (Clarín), Ana D' Onofrio (The Nation), e no comando do seminário, está Alberto Oliva (Meredith) - que estudou e trabalhou em revistas dirigidas por muitos anos.

O evento será dedicado a analisar as razões para o sucesso das revistas e como os jornais podem obter êxito, tanto na criação de produtos editoriais destinados às mulheres, quanto por meio de parcerias com outras publicações já criadas.

O seminário é voltado especialmente, para executivos, editores, designers e fotógrafos de publicações femininas, bem como executivos e editores interessados em lançar uma publicação destinada a mulheres, digitais ou impressas.

Inscrições:

O formulário de inscrição deverá ser enviado para Alfonso Juarez, coordenador de Logística Press Institute , pelo fax (305) 635-2272 ou pelo e-mail ajuarez@sipiapa.org.


Para mais informações, consulte www.institutodeprensa.com ou ligue para (305) 634-2465.

Mercado publicitário brasileiro projeta crescimento de 8,5% para 2014

Um estudo global aponta que a partir de 2014 o Brasil deve puxar o mercado publicitário para cima. 

A estimativa de crescimento do mercado nacional é de 8,5% para 2014, o dobro do esperado para este ano. Já para o mundo, a média projetada é de alta de 5,1%. 

Para Orlando Marques, presidente da Associação Brasileira de Agências de Publicidade, a Copa do Mundo e as eleições devem aquecer ainda mais os negócios.

Baumgarten lança Hangpack com materiais sustentáveis

Para cumprir com uma de suas diretrizes, a sustentabilidade, a Baumgarten Gráfica apresenta o Hangpack que é um cartão termoformado que vem como alternativa aos blisters de plástico, além do resultado visual diferenciado.


Composto por matérias-primas de fontes renováveis e certificadas, o Hangpack é ideal para acondicionar produtos secos, associado a um blister em cartão resistente ao rasgo. 

Entre as características e diferenciais do novo produto estão a qualidade da embalagem final, o cartão reciclável e biodegradável e a impressão sobre toda a embalagem, o que destaca o produto nas gôndolas dos pontos de venda.

Abigraf apoia Campanha de Conscientização do Uso do Papel Imune

A Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf) é uma das organizações que protagonizam a Campanha de Conscientização do Papel Imune, lançada em coletiva à imprensa.

Na ocasião, o presidente da entidade, Fabio Arruda Mortara, lembrou que a Abigraf, que congrega mais de 20 mil empresas no País, sempre esteve mobilizada em defesa do uso legal e ético do papel imune.

“Já em 2002, produzimos e distribuímos 20 mil exemplares do Manual de Uso do Papel Imune, que reúne toda legislação, jurisprudência e súmulas sobre o assunto, consolidando um conteúdo que orienta não apenas os gráficos e demais componentes da cadeia do papel, como também a fiscalização. Essa publicação agora está sendo revista e atualizada, e a nova versão, como a anterior, também será amplamente distribuída, inclusive para a Receita Federal e para as secretarias estaduais da fazenda”, afirmou ele, durante a coletiva.


Outras participantes da iniciativa são a Associação Brasileira de Celulose e Papel (Bracelpa), a Associação dos Agentes de Fornecedores de Equipamentos e Insumos para a Indústria Gráfica (Afeigraf), representando os importadores de papel presentes no País, e a Associação Nacional dos Distribuidores de Papel (Andipa).

AlphaGraphics anuncia revista impressa 100% sob demanda

Em um projeto pioneiro no País, a AlphaGraphics apresenta a primeira revista 100% impressa sob demanda do mercado brasileiro, por meio da parceria com a publicação especializada em fotografia BLACK&WHITE IN COLOR.

A partir de agora, os leitores poderão adquirir também a versão impressa da publicação, que antes era apenas disponibilizada em tablets e smartphones.

Com a solução web to print da AlphaGraphics, a Revista BLACK&WHITE IN COLOR só será impressa depois de vendida.

Ao mesmo tempo, todas as impressões serão ecologicamente responsáveis, certificadas com o selo FSC. “Esta é uma grande tendência e desafio do mercado editorial de revistas, livros e jornais no mundo inteiro. É mais uma iniciativa que servirá para a construção do modelo de negócios para o futuro desta indústria, prevendo edições sob demanda e sem encalhes ou desperdícios”, afirma Rodrigo Abreu, sócio-presidente da AlphaGraphics Brasil.

"Não ha dúvidas que o meio digital ainda crescerá e muita coisa no papel deixará de existir, mas certos livros, ilustrações e fotografias são muito melhores quando podemos tatear. É uma sensação que faz o material ter mais valor. O ter em mãos, por mais que pareça piegas, ainda emociona", explica Marcello Barbusci, fundador e editor da BLACK&WHITE IN COLOR. 
"Na verdade, essa ideia nos foi imposta pelos leitores. Começamos a receber solicitações de como ter a versão impressa da revista não apenas no Brasil, mas em países como Portugal, Holanda, Espanha, Estados Unidos, Inglaterra, Vietnã e Hong Kong, entre outros", completa Abreu.

A revista pode ser adquirida no site www.bwincolor.alphagraphics.com.br e será comercializada inicialmente no formato Letter (21x28cm), embora outras opções ainda estejam sendo estudadas.


A próxima edição, número 04, será lançada na primeira quinzena de novembro, mas as edições anteriores também estão disponíveis no formato impresso.

Arjowiggins faz os livros circularem

Crédito: Lina Nonaka

No dia 29 de outubro, a Arjowiggins lançou o projeto “Circulando livros” em sua fábrica localizada em Salto, interior de São Paulo, em comemoração ao Dia Nacional do Livro.

Diversos livros estão disponíveis na Recepção da fábrica para que funcionários da Arjowiggins e de empresas parceiras possam levar para casa, ler e devolver. 

O projeto incentiva também a doação de livros em bom estado de conservação para a formação de seu acervo.


Segundo a idealizadora do projeto Rosane Macena, gerente de recursos humanos da empresa, “pensamos em facilitar o acesso e o contato com os livros para que as pessoas criem o hábito de ler por ser divertido, emocionante e provocador. 

A leitura permite conhecer o mundo e ideias diferentes, ampliando a visão do leitor.”


Incentivar a leitura, o uso consciente de um material comunitário, o respeito ao próximo e a um bem de uso comum, são os princípios deste projeto.